Tribunal Marítimo presta homenagem ao Juiz e Acadêmico Celso de Albuquerque Mello

0
44
Descerramento da placa pela filha do Juiz Celso Mello, Sra. Maria Cristina, Vice-Almirante Lima Filho (TM) e juíza do TM, Sra. Maria Cristina.
Sala de Audiências “Juiz Celso de Albuquerque Mello”, com o quadro de uma pintura a óleo do retrato do jurista

O Tribunal Marítimo (TM) realizou, no dia 1º de outubro, cerimônia em que se atribuiu o nome “Juiz Celso de Albuquerque Mello” à recém-modernizada sala de audiências do Tribunal Marítimo em homenagem ao renomado acadêmico e jurista que exerceu o cargo de juiz da “Corte Marítima” no período 1966 a 1992.
Estiveram presentes na cerimônia Maria Cristina Duvivier de Albuquerque Mello, filha do Juiz Celso Mello, além do ex-juiz do TM, Capitão de Mar e Guerra Engenheiro Naval Carlos Fernando Martins Pamplona, que trabalhou na mesma época do Juiz Celso Mello, juntamente com os juízes e oficiais do Tribunal. Na ocasião, foi descerrada uma placa e inaugurada uma pintura a óleo do Juiz Celso de Albuquerque Mello.
Em sua Ordem de Serviço o Presidente do Tribunal Marítimo, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, destacou o legado deixado pelo jurista. “Essa homenagem é um reconhecimento não apenas a sua brilhante trajetória nesta Egrégia Corte, mas também por suas importantes contribuições acadêmicas para o Direito Internacional em nosso país”.
Publicamos dois flashes do importante acontecimento.

Recordando os bons tempos das Agências de Navegação em nossa capital

Muita gente não sabe, mas a J. Dias Paes foi a maior Agência Marítima que já funcionou na capital paraense, representando as mais importantes empresas de navegação tanto de cabotagem como de longo curso, inclusive o Lloyd Brasileiro. Essa Agência lembra o saudoso amigo Edmar Freire, que foi seu titular e o primeiro diretor – presidente da ENASA, quando estatal do Governo Federal. Eu atuando como seu assessor.

ARAPARI Navegação ampliando seu raio de ação

A tradicional empresa de navegação fluvial ARAPARI, pioneira na travessia Belém/Arapari/Belém, mantêm um elogiado serviço rodofluvial também, operando ainda uma serie de diversas lanchas velozes e confortáveis, atendendo inclusive a rota do Marajó.

MARESIAS

Como acontece todos os anos o “CASARÃO” no início da Avenida Presidente Vargas, receberá autoridades civis e militares, para assistirem a passagem do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
O lugar, inclusive, recebeu melhoramentos na sua entrada.

A REICON de grande tradição na Amazônia estará com um dos seus modernos ferry-boats na Romaria Fluvial conduzindo ilustres convidados, como, aliás, acontece todos os anos. É a empresa mais premiada de nossa capital.

O Portal da Navegação vem publicando os importantes artigos enviados pela CNT – Confederação Nacional dos Transportes, que focaliza com propriedade as Hidrovias do Brasil. Essa entidade, com sede em Brasília, tem todo apoio do setor.

O próximo presidente da FENAVEGA – Federação Nacional das Empresas Aquaviárias será um paraense, o jovem armador e empresário José Rebelo III, que no momento exerce a vice – presidência da entidade, sendo hoje destaque nacional.

A demissão da Srª. Suely Couto da Rocha causou muita indignação lá no “CASARÃO”. Com certeza ainda vai dar panos para as mangas. Ela vinha servindo a CDP – Companhia Docas do Pará desde a administração do saudoso engenheiro Afonso Freire.

Um especial agradecimento ao muito estimado amigo empresário – engenheiro Dr. Carlos Nascimento, pelas mensagens enviadas lá do Rio de Janeiro, onde se encontra com sua querida Ana Luiza, em missão familiar. Meu abraço.

De vez em quando, sempre é bom lembrar aquele dito que só os sábios usavam: “Os ingratos tem pelo menos uma qualidade, depois de servidos… eles desaparecem”. Isto, por sinal, por inúmeras vezes já experimentamos, mas vamos em frente.

O colunista tem até hoje, muito bem guardada, uma carta recebida do Almirante Hernani Goulart Fortuna, que chegou a Almirante-de-Esquadra. Ele como CMG foi Capitão dos Portos do Pará e Amapá, depois como vice-almirante Comandante do 4º DN.

A navegação fluvial na Amazônia já teve seus dias de glória, operavam navios convencionais de cargas e passageiros, que no seu rol de equipagem constava até MÉDICO, alguns deles até com Enfermaria para 12 pessoas. Hoje tudo é diferente… (AS).

COMPARTILHAR

Deixe uma resposta

Seu comentário
Seu nome

Solve : *
30 ⁄ 15 =