Elegância também nos importantes eventos sociais ligados ao setor da nossa navegação fluvial

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No setor da navegação fluvial, quando dos eventos sociais ligados ao mesmo, a elegância predomina, como se vê na foto, os casais Breno (Roberta) Dias, ele o presidente do SINDARPA-Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Pará e diretor do Grupo G.DIAS, do qual faz parte a conhecida e conceituada Empresa de Navegação Transdourada, e, o armador empresário dr. Eduardo Carvalho com a sua distinta esposa, dra. Ecleida Carvalho, ele presidente do Grupo Paes Carvalho, que está crescendo cada vez mais, pelos bons serviços que vem prestando na Amazônia. A foto recente foi quando da posse da nova diretoria do SINDARPA que, por sinal, marcou também a inauguração da sua sede própria, evento que foi bastante prestigiado. (Foto: Luis Celso).

Apenas 80 alunos nesse ano irão cursar o CIABA

Nestes quase 128 anos da nossa Universidade do Mar, que é o CIABA-Centro de Instrução “Almirante Braz de Aguiar”, voltados para a formação das diversas categorias destinadas a Marinha Mercante Brasileira a Turma deste ano foi a menor de todos os tempos, ou seja, apenas 80 alunos irão cursar Náutica e Máquinas já que hoje a frota mercante brasileira não é mais aquela de alguns anos passados. Apenas a Transpetro opera o maior número de navios.

Grupo CELTE com suas atividades diversificadas

O Crupo CELTE que faz parte das empresas que operam nos serviços de Travessia Belém/Arapari/Belém, contando com um amplo Terminal, que funciona dentro das normas impostas pela ANTAQ, tem suas atividades voltadas também para outros segmentos, inclusive para a indústria naval, atendendo ainda com embarcações especializadas a Caixa Econômica Federal e o INSS, com tripulantes altamente especializados, consignando muitos elogios pela seriedade dos seus serviços.

Derrocagem do Pedral do Lourenço parece ser “um sonho de uma noite de verão”

Muita gente não sabe, mas teve grupo ligado a navegação fluvial do Estado do Pará que chegou a investir em projetos para construção de novas embarcações, como Balsas e Empurradores, objetivando o tráfego através da Hidrovia do Tocantins, após a derrocagem do Pedral do Lourenço, Dragagem e a devida Sinalização. Infelizmente, até agora nada disso aconteceu e, pelo que se observa, tão cedo nada acontecerá, sendo a região Tocantins/Araguaia a grande prejudicada.

MARESIAS

O Grupo Cargill que está investindo alto na Amazônia, estará injetando cerca de R$ 700 milhões na construção do Terminal de Uso Privado no município de Abaetetuba. Um importante investimento. Mais empregos.

Os navios fluviais convencionais, misto de cargas e passageiros, como o “Anne Caroline-III”, que naufragou quando se dirigia para Santarém, estão sendo jogados para escantêio, dando lugar aos Catamarãs e Ferry-Boats.

Lá de São Paulo, onde também tem residência, o nosso muito estimado amigo empresário Carlos Cabral Rebelo manteve um cordial contato, em linha direta com este colunista, como sempre muito bem informado de toda situação do setor.

Um sacrifício muito grande vem fazendo os Práticos no embarque para manobrar os navios, que, além daquela cansativa escada quebra-peito, estes profissionais embarcam com roupa especializada recomendada pela ANVISA e Ministério da Saúde

Muita gente não sabe, mas a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental-CPAOR, já teve outras denominações, sendo hoje uma das mais antigas do Brasil. Alguns dos seus Comandantes chegaram ao posto de Almirante-de-Esquadra.

Nosso amigo ex-deputado federal Mário Chermont, que era o grande entusiasta da prometida linha fluvial Belém/Mosqueiro/Belém, acreditava na promessa, mas lamentavelmente, outubro se aproxima e nada aconteceu… Triste.

Voltam os comentários no setor, mais uma vez, de que o Governo do Estado do Maranhão poderá perder a concessão do porto de Itaqui, o que será um absurdo, se isso tiver fundamento, mas… infelizmente, em política tudo é possível.

A CODOMAR-Companhia Docas do Maranhão, estatal do Governo Federal, sem muitas atribuições, continua em funcionamento, a quem o referido porto pertencia anteriormente. De qualquer maneira, certo ou errado, manda quem pode… Certo?

Dizem… não sei, que a situação do Terminal SOTAVE, localizado na Ilha de Outeiro, é meio complicada, isso por que corre na Justiça uma ação daqueles que construiram o mesmo, cujo Terminal foi encampado pela extinta Portobrás. A conferir. (AS).

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