Petrobras anuncia dispensas deixando preocupados aqueles que servem na Transpetro como marítimos

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A anunciada dispensa de servidores do Quadro da Petrobras, causou também muita apreensão aos servidores da Transpetro – subsidiária de transportes marítimos da mesma, detentora, por sinal, da maior frota mercante do Brasil e, operando tanto na cabotagem como também no longo curso, utilizando modernos navios para o transporte de derivados de petróleo, responsável por todo abastecimento no Brasil, através dos seus possantes Petroleiros, inclusive em Belém com presença regular no Terminal Petroquímico de Miramar, que, por sinal, está necessitando de uma dragagem com urgência.
Por cerca de dois anos a Transpetro manteve permanentemente na Amazônia o NT “Oscar Niemayer”, fazendo a rota Coari-AM, com escalas em Manaus, Santarém, Belém e São Luís do Maranhão, que por sinal aparece na foto. Tinha na ocasião como seu Comandante-CLC Ricardo Monteiro, paraense formado pelo CIABA, muito conceituado nos meios navais.

HENVIL pouco a pouco volta à normalidade na rota do Marajó

A HENVIL Transportes, que solucionou o problema dos transportes de passageiros para o Marajó, oferecendo a melhor segurança possível e conforto através do maior ferry-boat do Brasil, o “São Gabriel”, está voltando a atender com viagens diárias a referida rota, oferecendo inclusive todas as recomendações sanitárias, o que é muito bom para os seus usuários.
Pouco a pouco a sua programação vai voltando à normalidade, recebendo total apoio de limpeza permanente por parte dos seus abnegados tripulantes, com a devida fiscalização também da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental – CPAOR. Nota 10 para essa empresa que sabe o que faz de melhor para evitar problemas.

Praticagem da Barra teve papel importante no aumento de calado do Canal do Quiriri

Importantes serviços voltados também para a Sinalização Náutica vem tendo a estreita colaboração da nossa secular Praticagem da Barra, tudo sempre em parceria com a Marinha do Brasil, como aconteceu no aumento de calado do Canal do Quiriri, dando possibilidade de acesso ao porto de Vila do Conde de navios de grande porte, o que antes não acontecia.
Aliás, a parceria da Praticagem da Barra com a Marinha, especialmente através da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental – CPAOR, sempre aconteceu, com a utilização das suas lanchas nos bordejos pelo estuário. Quando observada qualquer irregularidade, de imediato a comunicação é feita a essa importante OM, via rádio-frequência especial. Nota 10.

CDP – Companhia Docas do Pará estaria cobrando aluguel de área portuária

Pelo que se comenta, não está existindo muita cordialidade entre a CDP-Companhia Docas do Pará e o Governo do Estado do Pará, já que a estatal portuária estaria cobrando o pagamento de aluguel da área do porto, segundo comentário na beira do cais, esquecendo, ou talvez desconhecendo, que a empresa está na lista de estadualização, mais provável que a sua privatização.
Todo mundo sabe que o porto de Belém hoje está quase totalmente paralisado, além do assoreamento da bacia de manobras impedindo as manobras dos navios. Se não fosse o elevado adestramento dos Práticos da Barra, nem embarcações de pequeno porte teriam condições de atracar diretamente no mesmo. Triste situação para quem teve seus dias de glória…

MARESIAS

O Grupo REICON tinha um projeto para colocar um navio-hotel na rota Belém/Mexiana, Santarém/Manaus, mas, infelizmente não foi possível. Deus levou o bom Luiz Rebelo Neto antes que o mesmo fosse colocado em prática através do catamarã “Amazonas”.

Hoje o rio Amazonas conta com perto de 200 Práticos, incluindo duas ou três mulheres, distribuídos em diversas empresas, todas muito bem organizadas. Dizem que esse efetivo é além do necessário. A maioria deles são de outros estados.

Se for verdade o que falam pela beira do cais, logo logo vai acontecer um lenga-lenga entre a CDP-Companhia Docas do Pará e o Governo, tudo por causa da suposta dívida com a estatal referente ao aluguel da área portuária. Eu vou, mas volto com a informação.

A Companhia Docas do Rio de Janeiro é a única do Brasil que não deseja sua estadualização. Prefere ser privatizada, explicando detalhadamente os seus motivos. Pelo visto ela tem as suas razões. Depois eu volto com detalhes.

A Praticagem do Porto de Santos mantém um especial relacionamento com a CODESP-Companhia Docas de São Paulo e isto, lamentavelmente, não acontece em outras portos. O que seria dos portos sem os serviços de Praticagem? Com certeza… navios à deriva.

Pelo andar da carruagem, o porto de Santarém vai tomar um impulso muito grande com a chegada de grandes grupos nacionais e internacionais. A ligação com a cidade de Cuiabá vem contribuindo também para que isto aconteça.
Muito bom.

Os Sindicatos das diversas categorias de fluviários, filiados a Federação em nossa capital, estão também enfrentando dificuldades financeiras, precisando urgentemente de ajuda do Governo, o único culpado, que cancelou a obrigatoriedade do pagamento das contribuições…

Por ordem do novo Diretor de Gestão Portuária da CDP-Companhia Docas do Pará, todos os portões do cais do porto foram fechados, inclusive o da Praça Pedro Teixeira. Aberto apenas o da Estação das Docas.

Reina uma grande expectativa nos meios dos aposentados da CDP-Companhia Docas do Pará tendo em vista as recentes demissões que aconteceram na CODESP. O receio é que isto venha também a acontecer aqui em Belém. Todos estão de olho vivo. Justiça no caso. (AS).

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