SOAMARINO paraense poderá ser o novo vice-presidente da SOAMAR Brasil, hoje sediada em São Luís do Maranhão

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O conceituado empresário e engenheiro Carlos Nascimento e sua esposa, a Dra. Ana Luiza (foto), retornaram recentemente do Rio de Janeiro, muito bem protegidos, já estão saudosos dos seus familiares que ali residem.
Aliás, esse ilustre soamarino paraense goza de uma especial estima junto a nossa gloriosa Marinha, tanto assim que seu nome está na lista dos candidatos à vice-presidência nacional da SOAMAR-BRASIL, ele que faz parte da nova Diretoria da SOAMAR-Belém.

Mudança dos tempos: Embarcações construídas de madeira sendo substituídas por ferry-boats e catamarãs

Observa-se hoje que em todas as direções da Amazônia, onde os rios são as estradas naturais, pouco a pouco estão saindo de tráfego as embarcações de madeira no transporte misto de cargas e passageiros. Em Manaus, alguns anos passados, uma delas com capacidade para transportar cerca de 300 passageiros foi classificada pela RBNA, não sabemos se a mesma ainda se encontra em operação.
Aliás, sobre esse assunto, por muito tempo funcionou na cidade de Abaetetuba um Estaleiro que era especializado exclusivamente em embarcações de madeira, muito bem projetadas. Os navios fluviais convencionais de cargas e passageiros, com casco de aço, também deram lugar aos ferry-boats e catamarãs, isto em todas as direções. Pouquíssimos ainda existem.

Acordo quando da discussão do Programa BR do Mar

Quando ainda dos primeiros encontros sobre o Programa BR do Mar, entre o empresariado do setor com o Ministro da Infraestrutura Tarcísio, Gomes de Freitas, ficou acordado que as embarcações importadas se restringiam apenas a porta-contêineres e de transporte de carga geral, ficando de fora os petroleiros, rebocadores e embarcações destinadas à navegação fluvial. Espera-se que isto seja cumprido.
No Brasil, tem navios de cabotagem construídos no exterior, entre eles o “LOG IN POLARIS”, na China, por sinal a mais nova Unidade dessa empresa de navegação, a LOG-In.

Ainda a rota fluvial Belém/Mosqueiro/Belém, que poderá voltar

Sem qualquer contestação, uma linha fluvial Belém/Mosqueiro/Belém só poderá funcionar depois de uma ampliação no seu antigo Terminal, para a devida segurança nos embarques e desembarques de passageiros, ainda mais, nenhuma empresa de navegação terá condições de permanecer na referida linha se não contar com uma subvenção, municipal ou estadual, como aconteceu há alguns anos passados. Sabe-se que o novo Prefeito de Belém está imbuído com os melhores propósitos sobre o assunto. EU ACREDITO.

Estaleiro RIO MAGUARI com especial estrutura para construção naval

O mega estaleiro RIO MAGUARI, com uma especial estrutura, está hoje qualificado para construir qualquer tipo de embarcação, seja fluvial, marítima e até mesmo embarcações para Marinha do Brasil, dispondo, inclusive, de técnicos do mais alto nível profissional, com especialização também no exterior.
Esse estaleiro continua mantendo o SELO de maior construtor de embarcações fluviais no Brasil, muito especialmente possantes barcaças graneleiras, rebocadores azimutais e outros tipos. Sua marca, para quem não sabe, também é referência no exterior. É uma organização que muito tem contribuído para o desenvolvimento do nosso Estado e também do Brasil.

Deputado Federal do Amazonas defendendo a navegação fluvial

Agora, nos finalmentes do Programa BR do Mar, alguns itens estão sendo contestados, inclusive por um combativo Deputado Federal pelo Estado do Amazonas, em defesa da nossa navegação fluvial. Isto deveria ser seguido também pelos representantes do Pará, Amapá, Acre, Rondônia e Roraima, todos eles servidos também através dos rios, que na nossa região são, na verdade, as estradas naturais.
Aliás, na Câmara Federal tem um Deputado que quando ainda jovem participou de uma conhecida empresa de navegação de nossa capital. Ele poderia também se juntar aos demais, levando a sua experiência. Uma opinião do colunista.

MARESIAS

As tentativas de abrir a navegação de cabotagem no Brasil, já vem de alguns anos, mas agora foi para valer. Está devidamente aprovado o Programa BR do Mar, ao contrário dos Estados Unidos, onde a cabotagem não pode ser operada por navios estrangeiros.

Essa medida, considerada extemporânea por diversos setores, atingirá diversos segmentos ligados aos transportes. O sistema rodoviário, inclusive, que sem alardes já está tomando as devidas providências, poderá gerar sérias consequências.

Queiram ou não, mas a navegação de cabotagem no Rio Amazonas, repetimos: contribui grandemente para o fim de diversas empresas regionais que operam no sistema rodofluvial, no transporte de carretas com produtos da Zona Franca de Manaus.

Já está na hora da ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários, premiar a secular Praticagem da Barra do Pará, por tudo de bom que vem realizando. Olhar um pouco mais pelas boas coisas da Amazônia, onde mantém representações, inclusive.

A empresa de navegação TRANSDOURADA, do Grupo G DIAS, que mantém uma estrutura administrativa sólida, oferecendo um serviço diferenciado no transporte de derivados de petróleo, sem alardes, pouco a pouco vem renovando também a sua frota.

Justiça se faça, mas a ARCON agora no Governo Helder Barbalho, vem tendo um desempenho muito especial, em toda área de sua Jurisdição, coisa que não aconteceu no Governo anterior, quando aquele ex-deputado mandava e desmandava.

O Grupo REICON, hoje destaque nacional, muito bem dirigido pelo jovem armador e empresário, Dr. José Rebelo III, trabalha para ainda neste ano colocar em prática outros novos projetos comerciais, também ligados à exportação. Depois eu volto.

O bom caráter armador Dr. Daniel Pereira, “Cap” da HENVIL Transportes, está hoje participando das Diretorias da SOAMAR, SINDARPA e Federação dos Transportes. Inteligência privilegiada que muito tem contribuído para o desenvolvimento do nosso Estado.

Como bom MARINHEIRO que é, CLC-Comandante Ricardo Monteiro, que se encontrava de folga contratual em Belém, atendeu o chamado urgente da TRANSPETRO, assumiu imediatamente o Comando de uma Unidade dessa empresa e seguiu para Singapura.(AS).

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